“Por mais que as cruentas e inglórias batalhas do cotidiano tornem um homem duro ou cínico o suficiente para ele permanecer indiferente às desoraças ou alegrias coletivas, sempre haverá no seu coração, por minúsculo que seja, um recanto suave onde ele guarda ecos dos sons de algum momento de amor que viveu na sua vida.
Bendito seja quem souber dirigir-se a esse homem que se deixou endurecer de forma a atingi-lo no pequeno núcleo macio de sua sensibilidade e por ai desperta-lo, tira-lo da apatia, essa grotesca forma de auto destruição a que por desencanto ou medo se sujeita, inquetá-lo e comovê-lo para as lutas comum da libertação.”(Plínio Marcos, Canções e Reflexões de um Palhaço.)
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
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